8
Aug
2010

SAMBA DO MONTE

Fui…

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28
Jul
2010

Well I need a dollar, a dollar is what I need

Simplesmente sensacional!

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22
Jul
2010

Parabéns pra você!

Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci

Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais

E que venho até remoçando
Me pego cantando, sem mais, nem por quê
Tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você

Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos
Quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz

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12
Jul
2010

Cineminha latino-americano

O festival rola de 12 a 18 de julho e é GRÁTIS. Vale a pena, mesmo porque a produção de cinema latino-americana é uma das mais interessantes nos últimos 10 anos. Mais informações aqui.

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1
Jul
2010

FUNK DO KAKÁ BAD BOY

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8
Jun
2010

Adoro quando o rap é de amor…

Desde o início
Olhar prá outra
Ficou cada vez mais difícil
Pensei: Com ela
Eu até quero compromisso
Porque antes
Eu nunca tinha
Sentido isso
Levanta o meu moral
Me dá auto-estima
Não me deixa sentir mal
Elogia minha rima
Eu mostro serviço
Você me viu
Achava engraçado
Sempre ficava rindo
Da cueca aparecendo
E da bermuda caindo
Te chamo de linda
Cê me chama de lindo
A gente brinda
A vida segue seguindo
Nós vamos ficar velhinhos
Passeando de mãos dadas
E brincando com os netinhos

Ai que vontade de ficar apaixonada de novo…

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8
Jun
2010

Uma Simpatizante na parada LGBT

Como qualquer curiosa nata, não aguentei e fui ver o auê coloridíssimo na avenida Paulista, já que a minha tentativa anterior de ir à Parada Gay de São Paulo foi totalmente frustrada e frustrante (em 2008, cheguei com dois amigos ao Masp às 16h, todos os trios elétricos já tinham passado, e os garis escalados pra limpeza em massa já varriam as milhares de latas de cerveja, bitucas de cigarros, plumas e acessórios quebrados, além de centenas de pacotes fechados de camisinhas que tinham sido distribuídos pela prefeitura e desperdiçados por grande parte dos presentes).

Sem nada pra fazer no domingo, decidi pegar minha câmerazinha portátil (mais fácil de proteger nas multidões) e ir fazer umas fotos coloridas e, de quebra, dar uma andada, tomar um solzinho, dançar “Single ladies” atrás do trio e voltar pra assistir uns 4 episódios de “Family Guy” antes de comer a sobra do almoço e dormir.

Peguei o metrô e desci às 14h na Consolação, o epicentro da ferveção no horário de pico! Diante das diversas saídas do metrô, optei pela que tinha maior fluxo de pessoas e cai numa cachoeira de gente. A escada rolante da estação do metrô jorrava centenas de pessoas por minuto na avenida Paulista, que já estava completamente lotada. Mantive a calma, assim como toda a multidão que se movimentava conjuntamente em fluxos e, por osmose, os espaços vazios entre as pessoas iam sendo preenchidos à medida que a escada rolante trazia mais gente. Após conseguir me livrar da muvuca da entrada do metrô, andei por cerca de 5 minutos tentando cavar algum espaço para respirar um pouco e olhar ao redor, entender o que estava acontecendo, em que parte da festa eu chegara…

Apesar do frio que fazia, o sol forte e o céu completamente limpo, somados ao calor propagado por mais de 3 milhões de pessoas juntas, a temperatura era alta e os típicos descamisados da comunidade masculina gay desfilavam seus músculos esculturais sem timidez em pleno inverno paulistano.

Não demorou muito para que um dos primeiros trios elétricos que saíram do Masp chegasse na altura da rua Augusta, onde eu me encontrava. Por um momento, tentei andar contra a muvuca para encontrar um lugar bom pra ver a festa (156,5 centímetros podem complicar às vezes, mas ajuda na hora de furar multidões), logo comecei a dançar e cantar algumas das minhas músicas favoritas. Rolou Scissor Sisters, Madonna, Beyoncé, Lady Gaga e, no trio em que a Marta Suplicy estava, tocou até um “Don’t want a short dick man” para io delírio da bicharada… Era como estar numa Alôca! ao ar livre com lotação elavada à milésima potência multiplicada por N vezes, com a particularidade de não apenas esbarrar em bibas bêbadas e Drags quase desmontadas, mas também em famílias inteiras, mamãe, papai, titia, vovó, irmãos e toda a trupe.

Não conheço as outras  Paradas do mundo (com a exceção de BsAs, para a qual vai meia dúzia de boludos y nada más), mas em São Paulo esse evento é muito mais que um carnaval gay. Claro, a grande maioria das pessoas vai fazer farra, beber até cair e beijar muuuuuito na boca, mas a cada passo é recorrente a imagem de mães que acompanham seus filhos, pais que caminham ao lado das filhas e suas respectivas namoradas, vestindo as cores do arco-íris e pedindo a criminalização da homofobia. O vibe da parada é tão leve e alegre que, apesar da putaria, da quantidade massiva de álcool e muita droga (que todos nós sabemos que rola e, aliás, rola em todo lugar,  hétero, gay, funk, samba, rock, etc), a sensação é de que se está em uma festa-família.

Me atreveria até a dizer que, tirando os go go boys e as siglas e os emblemas que identificam a comunidade gay, a parada deste domingo poderia ter sido facilmente confundida com a festa do último dia do ano que a prefeitura da cidade promove na mesma localização. Talvez a única diferença entre essas festas é que na GLBT não se vê brigas nem quebra-paus nem a violência física perpretada por alguns machos heterossexuais embriagados, tão comum em eventos populares. Quer dizer, pode até ser que role uns tabefes, mas é só ficar de olho pra não pisar no salto das Drags nem puxar assunto com a namorada de uma sapata braba.

Enfim, minha incursão pela Parada Gay 2010 foi um SUCESSO! Senti orgulho como mulher, heterossexual e brasileira por cada uma das mais de 3 milhões de pessoas que compareceram na avenida Paulista nesta data que celebra as diversas tonalidades, texturas, formas e tamanhos do amor, que não tem cara,  sexo, idade e nem cor definidos.

Graças ao bom discernimento, fiquei o tempo suficiente pra não arranjar confusão com adolescentes héteros bêbados de vinho São Tomé (que veem o evento apenas como a oportunidade de beijar 50 mulheres e, se derem sorte, duas ao mesmo tempo), mas, principalmente, o tempo necessário para sentir que fiz a minha parte ao dar apoio à luta pela criminalização da homofobia, já que a liberdade sexual é um direito intrínseco ao ser humano e deve ser respeitado em todas as sociedades e culturas.

Eu apoio assim, participando, divulgando, mas se não faz seu estilo, beleza, só não deixe a homofobia passar impune, porque homofobia MATA!

A maneira como cada um gosta de “brincar” e fazer “sexytime” é problema de cada um. Eu não tenho nada a ver com isso, nem você!

VOTE PELA CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA!

+++++++ veja fotos aqui

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6
Jun
2010

Sozinha na Parada Gay de Sampa

este post será escrito em breve…

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17
May
2010

Daiane dos Santos, pequena grande admirável ginasta

Kamau – Só (Remix) – Video Oficial from Tela Plano on Vimeo.

(Antes de começar, aperta PLAY aí em cima) Sempre gostei muito desta brasileirinha: pelos pulos, pelo gingado, pelo sorriso, pela persistência e obstinação, pelo exemplo e, depois das Olimpíadas de Pequim, passei a admirá-la ainda mais por ter pisado fora do tablado e perdido a chance de conquistar a medalha de ouro para o Brasil (veja bem, para o Brasil, não para ela – vcs lembram de qnto se falava que era a segunda chance dela de trazer um ouro olímpico para o país?!?!? O peso das expextativas de 185 milhões de pessoas nas costas dela, só isso!). Segundos depois, ela foi entrevistada ao vivo por uma repórter no mínimo “inexperiente” que questionou como ela se sentia sobre sua participação na final do solo. Para meu deleite, Daiane respondeu algo do tipo “é a vida. ora perdemos, ora ganhamos”, deixando a repórter sem palavras…

Suas palavras, seu olhar e sua postura do outro lado do mundo me sensibilizaram de tal maneira que tenho essa imagem impressa na memória como se fosse um a de um parente próximo, uma irmã, uma amiga… um sentimento de identificação muito forte! Por isso, quando a vi no último domingo (16), almoçando no Sí Señor da Rua dos Pinheiros, em São Paulo, acompanhada por um homem bastante forte, seguramente um atleta também, tive que me conter muito para não abordá-la e “trocar uma ideia”. A ideia de falar pra Daiane o quão sensacional eu acho que ela é e o quanto ela me inspira parecia inevitável, afinal eu me identifico tanto com ela! Mas, com a ajuda de uma amiga, me contive de interromper um momento de lazer e descanso desta admirável ginasta, que deveria estar almoçando com o namorado.

E, há algum tempo já, tenho escutado muito rap nacional e uma música do Kamau ficava rondando minha cabeça com os versos:

Tenho que dar meus pulos igual Daiane pra mandar bem no solo
Nessa idade a oportunidade ja não cai no colo
Sei que eu me enrolo com tanto projeto pendente
Ah se eu soubesse como é osso ser independete
Depender de gente que nem sente o mesmo amor que eu
Ter que pedir por favor, pelo amor de Deus
Ou de quem diz que ta lá e vem pra me ajudar
mais bem na hora H nem adianta procurar
Sabe cobrar mais não sabe como tem que andar
sabe acelerar, mais não consegue me acompanhar
E quem corre, quando corre ninguém socorre
But i gotta go yoo, gotta flow so sorry
Fui pra ver se flui se der espero lá na frente
tem muito pensamento inundando a minha mente
E o ditado quem quer Faz, quem não quer manda
e eu tenho que tropeçar pra aprender como se anda

Preciso aprender a ser Só
a me manter Só
Me fortalecer Só
Porque eu quero viver e não sobreviver Só
Mas não guardo rancor aqui eu guardo amor Só

Agora sou só, eu minha culpa, meu mérito
quem vai receber toda critica ou crédito
Cérebro não tava preparado pra isso não
agora já não sabe o que e como diz pra mão
Escreva, expresse o que o coração sente
inspiração na frustração infelizmente
Mais eu sigo em frente não quero que tenham dó de mim
Talvez seja melhor que eu me mantenha só assim, por um tempo
pra poder refletir, repensar, se é melhor desistir
será que vai compensar, é recorrente
Deprê do rap de costume, me fecho no meu mundo
e aumento o volume do som
Assim eu me recordo dos motivos que eu tenho pra fica
e me manter sendo positivo
Nem sempre tudo sai do jeito que agente almeja
mais eu continuo até o fim mesmo que seja

Auto suficiência, ânimo, paciência
Só experiência não garante eficiência
Inspiração, visite-me
Frustração, evite-me
Paz me acompanhe
Cobrança não irrite-me
Concentração [foco]
Mente, Corpo são [foco]
Mais convicção e menos excitação
Mão na massa, nada vem de graça
Se eu não fizer por mim não há quem faça
O tempo passa
Eu não posso esperar
Pra me superar
Me preparar para o que vem
Me recuperar, saber me virar com o que tem
Não me comparar, nunca copiar de ninguém
Eu nao vou parar, eu quero mais e mereço
Achei que fosse o fim, é só um novo começo
Na mesma caminhada
Pelo mesmo caminho
Por onde eu prossigo só…

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9
May
2010

Pra quem gosta de rap…

Escute o EP da Lurdez da Luz clicando aqui. Já clicando aqui, “ficadica”, como diria meu amigo @brunno.
E, já que vamos de links, aproveite pra passar por aqui.

É nóis!

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